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As incríveis roupas de Frida Kahlo que ficaram escondidas por 50 anos

 (Foto: Wikimedia Commons/Saed de los Santos)

No dia que a artista Frida Kahlo morreu de embolia pulmonar, em 1954, seu marido, o muralista Diego Rivera, motivado pelo luto, trancou as roupas da mulher no banheiro de sua casa, no México, e ordenou que elas nunca fossem retiradas de lá.

A dor, provavelmente, devia-se ao fato das roupas da mexicana serem uma reprodução quase exata de seu espírito irreverente e artístico. Kahlo imprimiu seu estilo único até mesmo nos coletes ortopédicos que precisou usar desde seu acidente — ocorrido aos 18 anos, quando um trem chocou-se com o bonde em que viajava e uma para-choque perfurou suas costas.

 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)

Além do acidente, a pintora teve poliomelite aos seis anos, o que deixou um de seus pés atrofiados e uma de suas pernas mais finas do que a outra. 40 anos depois, ela teria uma de suas pernas amputada devido a uma gangrena. E até sua prótese carregava as cores fortes e vibrantes que sempre acompanharam a artista.

Mesmo a casa do casal tendo sido transformada em um museu após a morte de Rivera, em 1957, foi apenas em 2004 que o aposento contendo o guarda-roupa exuberante foi aberto. Para catalogar as peças, a instituição contratou o renomado fotógrafo japonês Ishiuchi Miyako. Eram mais de 300 objetos, mas o site Vintage Everyday separou algumas das mais marcantes:

 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)
 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)
 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)
 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)
 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)
 (Foto: Divulgação/Museo Frida Kahlo)

 

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