Há uma probabilidade de um asteroide atingir a Terra em novembro, segundo a NASA
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Há uma probabilidade de um asteroide atingir a Terra em novembro, segundo a NASA

A internet entrou em alvoroço com a notícia, mas a agência espacial já veio explicar o que isto realmente significa

No passado domingo, 23 de agosto, a NASA anunciou que há 0.4% de hipótese de um asteroide cair na Terra já no próximo mês de novembro.

O Centro para o Estudo de Objetos Próximos da Terra da NASA (CNEOS, na sigla inglesa) descobriu, em 2018, um asteroide ao qual foi atribuído o nome de “2018VP1” e que na altura se encontrava a 450,000 km de distância. Agora, apesar de a agência espacial garantir que o corpo celeste “não apresenta uma ameaça para a Terra”, existe uma pequena probabilidade de 0.4% de ele vir a atingir o planeta. Mas, uma vez que o seu tamanho é de cerca de 2 metros de diâmetro, semelhante à dimensão de um autocarro, isso não é suficiente para causar grandes estragos.

A notícia espalhou-se rapidamente pela internet, com várias pessoas a achar que o asteroide representava, de facto, um enorme perigo. No entanto, a NASA já veio esclarecer o aviso através de uma publicação na sua página do Twitter. “O asteroide 2018VP1 é muito pequeno, com aproximadamente 2 metros, e não apresenta uma ameaça para a Terra! Atualmente há 0.41 de hipótese de entrar na atmosfera do nosso planeta mas, se chegar a entrar, irá desintegrar-se devido ao seu tamanho extremamente pequeno”, pode ler-se no tweet.

Com base no seu brilho e na forma como reflete a luz, estima-se que o asteroide se encontre a 4,994.76 km da Terra o que, em termos de distância espacial, podemos considerar muito próximo do nosso planeta. Por esta razão existe a hipótese de 1 em 240, ou 0.4%, de o corpo celeste atingir a Terra já no dia 2 de novembro deste ano, o dia anterior à eleição presidencial americana.

A NASA alerta, ainda, para o facto de que, por mínimo que seja o risco de qualquer tipo de corpo celeste vir a cair na Terra, é necessário dar-lhe alguma atenção. A NASA e outras agências espaciais em todo o mundo estão a trabalhar numa forma de detetar com maior precisão os “objetos próximos da Terra”, e caso seja possível, desviá-los da nossa rota.

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