Nasa encontra Sistema Solar, assim como o nosso, com oito exoplanetas potencialmente alienígenas
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Nasa encontra Sistema Solar, assim como o nosso, com oito exoplanetas potencialmente alienígenas

A Nasa –agência espacial dos Estados Unidos– anunciou nesta quinta-feira (14) a descoberta de um oitavo exoplaneta no sistema Kepler-90, o que faz dele o conjunto de planetas mais parecido com o nosso Sistema Solar.

A nova descoberta foi realizada graças à tecnologia da Nasa e a seu telescópio Kepler, junto com a inteligência artificial proporcionada em parceria com o gigante tecnológico Google.

 

O lançamento do telescópio Kepler da NASA, o primeiro telescópio projetado para procurar planetas semelhantes à Terra em nossa galáxia

Conhecido como Kepler 90i, o novo mundo orbita uma estrela chamada Kepler 90, que é maior e mais quente do que o Sol e fica na constelação de Draco –a 2.500 anos-luz da Terra.

“O sistema estrelar Kepler-90 é como uma mini versão do nosso Sistema Solar. Você tem planetas pequenos dentro e grandes planetas fora, mas tudo está muito mais perto”, afirma Andrew Vanderburg, membro da Nasa e astrônomo da Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

Kepler é a mais bem sucedida sonda ‘descobridora’ de planeta da NASA, após ter identificado mais de 2.500 exoplanetas em suas duas missões ao longo de oito anos.

 

Sete dos exoplanetas – como são chamados os planetas existentes fora do Sistema Solar – já haviam sido descobertos antes em torno da Kepler 90. O Kepler 90i é o menor dos oito planetas até agora conhecidos nesse sistema alienígena. Apesar disso, é cerca de 30% maior do que a Terra e, por estar tão perto da sua estrela, a temperatura média de sua superfície pode chegar a 426ºC –similar a de Mercúrio em nosso sistema solar.

O novo exoplaneta dá uma volta em torno de sua estrela a cada 14,4 dias. A Terra, por sua vez, leva 365 dias para dar a volta em torno do Sol.

O planeta mais distante do sistema é o chamado de Kepler-90h, que orbita sua estrela a uma distância parecida a que separa a Terra do Sol.

A metodologia do telescópio espacial Kepler para descobrir novos planetas não se baseia na observação direta. Em vez disso, os sensíveis instrumentos do telescópio detectam minúsculas quedas periódicas no brilho de uma estrela, que ocorrem quando um planeta passa diante dela – é o que os astrônomos chamam de “trânsito”.
A Missão Kepler foi projetada especificamente para o levantamento nossa região da Via Láctea

(*Com informações da EFE)

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