Vespas gigantes invadem os EUA e causam terror
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Vespas gigantes invadem os EUA e causam terror

Local mais afetado do mundo pela pandemia do novo coronavírus, os Estados Unidos já têm outro motivo de preocupação. O país identificou recentemente a presença da vespa asiática gigante, também conhecida como vespa mandarina, em áreas rurais do Estado de Washington, na costa oeste. O animal pode medir até 7,5 centímetros, e sua ferroada venenosa é capaz de eliminar um ser humano – só no Japão, são 50 vítimas por ano.

Além disso, a vespa asiática gigante causa preocupação nos apicultores dos EUA, já que abelhas são sua principal refeição. Elas são capazes de invadir e destruir colmeias em apenas algumas horas. Os cientistas não sabem como a vespa chegou nos EUA, mas já alertam que são grandes as chances dele se espalhar pelo resto do país.

Cientistas americanos estão caçando vespas gigantes que chegaram pela primeira vez aos Estados Unidos. Chamadas de assassinas, elas podem matar uma pessoa que seja picada múltiplas vezes.

Com origem asiática e vistas pela pela primeira vez nos EUA, os insetos já haviam sido descobertos voando na América do Norte em agosto do ano passado, no Canadá, segundo reportado pela BBC. Não há registros da presença no Brasil.

Chamadas de assassinas por matarem entre 30 e 40 pessoas por ano no Japão, as vespas gigantes asiáticas ou vespas mandarinas medem mais de 5 cm e podem tirar a vida de uma pessoa caso sejam provocadas. O ataque é tão forte que um apicultor vestido com traje de proteção contra abelhas e calça de moletom descreveu a dor como “tachinhas em brasa perfurassem a pele”.

Para fazer isso, as vespas contam com mandíbulas afiadas e pontiagudas. A arma natural é usada para decapitar abelhas. Uma única vespa zangão pode matar mais de 40 abelhas e a destruição de uma colmeia com mais de 30 mil insetos não leva mais do que algumas horas..

Além da preocupação com a saúde das pessoas, pesquisadores da Washington State University estão atentos ao risco do desaparecimento dos produtores naturais de mel dos Estados Unidos. Entre 1947 e 2017 o número de colmeias diminuiu de 6 milhões para 2,5 milhões e somente em outubro de 2018 mais de 40% delas foi dizimada pela chegada do inverno.

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